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quinta-feira, 24 de junho de 2010

Tolerância zeero, hehe...


Nós mulheres costumamos não dar tanta importância à aparência masculina quanto eles dão à nossa. Somos mais "tolerantes" quanto a isso. Eu mesmo, não ligo muito se o cara é baixinho, alto demais, se tem aquela barriguinha básica - eu disse básica, não exagerada... Procuro filtrar o máximo possível, pra também não sair pegando qualquer coisa, não é? O importante é o homem ter habilidades que vão além dos atributos físicos. Um bom papo, beijo gostoso, uma boa pegada... A aparência é útil quando você quer exibir o namorado para as amigas, matar aquela vizinha periguete de inveja, essas coisas, mas no relacionamento mesmo...
O que acontece é que comecei esse post porque vi uma imagem na net que me fez pensar nessa nossa tolerância. Tudo bem, tem coisa que dá pra levar, a gente até aguenta numa boa, mas já se imaginaram pegando um cara que tem mais peito que você? Jesuiiiiissss!!! Totalmente brochante, não há tolerância que baste, haha... É só olhar a imagem abaixo e perceber que não dá pra aguentar de tudo nessa vida també, né?

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Coisa de homem

O que acontece quando a gente beija uma boca pensando em outra?
Dizem que isso acontece direto com homens, mas ultimamente... se isso é coisa de homem, estou começando a duvidar da minha feminilidade.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Fim de provas... até que dá saudade!

Finalmente terminou a semana de provas. E melhor do que ela ter terminado, é ter terminado ontem e não hoje, o que faz muita diferença para quem passou a semana inteira acordando cedo, digitando trabalhos às pressas, indo para a biblioteca da faculdade às 13:00 e só saindo às 18:00 direto para a sla de aula fazer a bendita prova. Chegar em casa cansada, sem vontade de nada, só de dormir para acordar no outro dia e começar tudo de novo. Aí eu fico pensando, e todos dizem isso: Por que deixei para estudar e fazer os trabalhos na última hora? Eu sei, devia estar estudando desde sempre, para não precisar correr tanto na semana de prova.
Mas sabe que eu gosto dessa correria? É nessa época que eu mais me aproximo dos meu amigos, os colegas de faculdade, fico sabendo de coisas que rolam e eu nem fico sabendo durante o semestre. Ontem, por exemplo, depois da última prova (na qual aliás eu fui muito bem, hehe) fomos para o Texas tomar uma cerveja. Puxa vida, é uma coisa tão simples, e que eu não fazia há tanto tempo! Lembro que quando entrrei pra faculdade, saía toda sexta feira para o "gelinho" com o pessoal e isso era muito bom. Tudo bem que eu devo evitar a bebida alcólica por razões de saúde e de bom senso também, mas só de estar ali com "meu grupinho" que eu gosto tanto, já me faz um bem danado, principalmente nessas épocas de crise em que ando me deparando de vez em quando. Só eu sei o quanto a companhia dos meus amigos me faz falta.
Mas ontem, enquanto me divertia com minha turma, descobri uma coisa muito interessante. Óbvia o bastante para eu não ter conseguido ver antes (eh, eu sou assim mesmo, gosto do complicado). Tem amigos que não precisam estar juntos o tempo todo, se ligando, mandando e-mail, saindo juntos ou sentando ao seu lado na sala de aula. E esses são geralmente aqueles que você pode contar quando precisa. 
Essa minha turma,, por exemplo, nós nunca fomos muito agarrados, apesar de eu sentar no mesmo lado e talz... eu sei pouca coisa da vida pessoal deles e eles da minha. Quando eu tive um problema sério no começo do ano e faltei praticamente todas as aulas, não compartilhei isso com nenhum deles, eu contei só para uma amiga minha, a Gabi. Mas quando chegou a época de prova, eu me desesperei porque não tinha matéria, não tinha assistido às aulas e não posso ficar reprovada por ser bolsista. Então marquei com um dos colegas de estudar na biblioteca no dia da prova. Já era praxe mesmo estudarmos juntos, só que o objetivo era sempre eu explicar para ele a matéria e agora quem precisava de ajuda era eu. 
Começamos a estudar os dois: Betinho e eu. No dia seguinte, a Cintia veio estudar com a gente, o Betinho tinha chamado. Aos poucos foram se juntando a nós: Simone, Luciana, Gérlian, o Vozinho (Carlos, hehe) e um dia desses apareceu até a Daiane. Ontem eu disse que agora nunca mais deixo de estudar junto com minha turminha, porque além de ter me ajudado bastante, parece que isso deu sorte para todos nós: Ninguém ficou de final até agora. E no mais, como eu disse, é o momento em que eu mais me aproximo da turma, das pessoas, dou risada e esqueço dos problemas pessoais; é quando crio e fortaleço meus vínculos pessoais com eles. São momentos de estresse, mas principalmente de muita diversão. Então... Que venha a próxima semana de prova!!!!!!!

domingo, 6 de junho de 2010

Escutando Frejat


Frejat estava cantando e eu pensando nessa letra linda, e perfeita para a minha atual vida amorosa. Tudo que eu preciso hoje é de um amor como esse da música, que chegue sem avisar, sem hora marcada. Claro que esses nem sempre são os melhores, mas são extremamente necessários às vezes. Hoje eu preciso muito mais ser arrebatada por um grande amor do que arrebatá-lo... Ser conquistada às vezes é tão bom, e conquistar às vezes é tão cansativo, embora gratificante!!!
Esses amores realmente, como diz Frejat, só duram o tempo que merecem, e nem podem durar mais mesmo depois que já cumpriram seu papel de nos devolver à vida.

"Enquanto me tiver, que eu seja o último e o primeiro
E quando eu te encontrar,meu grande amor, por favor, me reconheça".
Quer algo mais intenso que isso?

Essa é a segunda vez que me inspiro nessa música para escrever minhas confusas emoções. A primeira está no meu diário, guardado em alguma caixa no quarto. Mas quem sabe um dia eu não precise mais esperar um amor desse tipo? Quando eu "sossegar", não precisarei mais.


Frejat - Amor, meu grande amor



Amor, meu grande amor, não chegue na hora marcada
Assim como as canções, como as paixões e as palavras
Me veja nos teus olhos, na minha cara lavada
Me venha sem saber se sou fogo ou se sou água...

Amor, meu grande amor, me chegue assim, bem de repente
Sem nome ou sobrenome, sem sentir o que não sente...

Pois tudo que ofereço é meu calor, meu endereço,
A vida do teu filho desde o fim até o começo

Amor, meu grande amor, só dure o tempo que mereça
E quando me quiser que seja de qualquer maneira
Enquanto me tiver, que eu seja o último e o primeiro
E quando eu te encontrar, meu grande amor, me reconheça



Pois tudo que ofereço é meu calor, meu endereço,
A vida do teu filho desde o fim até o começo

Amigos - meus presentes favoritos



Dizem que amigos são presentes. Sempre considerei os meus assim e os tratei como tal: Com extremo cuidado, sempre com medo de quebrar, de perder, ou de acharem que eu não gostei. Ou seja, dou muito valor a esses presentes maravilhosos.
Exatamente por isso tenho chorado tanto a perda de alguns amigos... Quando me declaro carente no status do Orkut não estou falando de carência amorosa ou sexual. Às vezes até é, mas isso nunca me matou e nunca matará, e nem mesmo me deixa tão abalada quanto a carência de amigos. Choro quando vejo meus presentes sendo roubados sem eu perceber, ou quando se quebram por causa de uma bobagem. Às vezes eles se escondem, eu acho que perdi, mas eles estão ali... e quando encontro dou saltos de alegria, é muito bom reencontrar amigos que achava estarem perdidos.
Outro dia reclamei com um de meus presentes: Ele sempre me mandava um beijo na alma, e estava sentindo falta disso. Enquanto escrevia a mensagem, as lágrimas foram se formando nos meus olhos, e mais ainda quando ele respondeu: "Que esta alma sinta-se beijada". Puxa... É impressionante a força do meu sentimento pelos meus amigos / irmãos. Eh, alguns de meus amigos são melhores que meus irmãos. Não que os irmãos sejam ruins, é que os amigos são muito, mas muito bons mesmo!!!


terça-feira, 1 de junho de 2010

Hoje resolvi ler alguns blogs diferentes, precisava de inspiração, sei lá... de ânimo.
E foi num desses blogs, que li esse poema dedicado às Valquírias, e isso me animou um pouco. Precisava desse up, ultimamente estou me sentindo um tanto desvalorizada, mas sei que isso vai passar em breve. Tudo não passa de uma TPM prolongada por dois meses, hehe...
Segue o poema na minha cor preferida: Rosa

TAL COMO UMA VALQUÍRIA

Reinaste na sabedoria,


Nunca permitindo


Que um repouso enganador


Fosse o escolhido


Diante dos tropeços da tua jornada.


Caminhaste confiante diante da dor


Mantendo ânimo enobrecedor


E quando lágrimas ameaçaram teus olhos


Abrigaste-te nas asas da prece


Mudando o panorama do teu mundo


Fazendo da tua realização interior


Uma proposta otimista


De valorização da vida





Conceição Bentes


Publicado no Recanto das Letras em 03/01/09

Vontades...



Vontade de comer chocolate.

Odeio frio...


Odiar é uma palavra muito forte, então posso dizer que "me sinto muito mal com esse frio". Aliás, com esse tempo feio, sem sol, um tanto obscuro... Fico com uma preguiça fora do normal.  Agora, por exemplo, ao invés de estar na faculdade, morrendo de frio enquanto assisto uma aula super interessante de Direito Processual Penal, estou sentada na frente do computador, toda empacotada no moletom mais velhinho que tenho, o cobertor em cima das pernas, tomando um café super quente, enfim... uma cena brochante.
E se fosse verão? Como eu estaria?
Certamente, com um vestidinho super leve, maquiada, cabelos bem lavados, tomando uma cerveja com meus amigos, ou seja... do jeito que eu gosto de estar.
Não vejo a hora de terminar essa estação chata e feia... estação brochante.